Em 2006, a rede da qual faço parte desde sua fundação, denunciou ao Ministério Público Federal a omissão da ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar - frente ao índice de cesarianas nos hospitais privados: à época, 76% dos nascimentos era por via cirúrgica, atualmente este valor quase chega a 90%. Em 2010, o MPF converteu esta denúncia em uma Ação Civil Pública, que tramita na 24ª Vara Federal de São Paulo.
No início de julho, cumprindo as determinações da ACP, a ANS publicou a Resolução Normativa que determina o preenchimento do partograma, o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e a caderneta da gestante para o pagamento aos profissionais. Isso causou muito rebuliço na mídia e nas redes sociais, questionando o direito à cirurgia cesariana. Bem, falando no sistema suplementar, se 90% dos nascimentos são por cesárea, onde está o direito o parto normal?
Participei deste programa, representando a Rede Parto do Princípio, bem como graduanda do curso de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Mais informações sobre a resolução da ANS aqui.
Participei deste programa, representando a Rede Parto do Princípio, bem como graduanda do curso de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
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